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Uma das formas de acesso ao ensino superior na rede privada é por meio de bolsas de estudos concedidas em condições especiais. Além daquelas oferecidas de maneira independente pelas instituições foi criado também o ProUni, um programa do governo federal que conta com a parceria com diversas instituições de ensino para oferecer bolsas para estudantes em determinadas condições. Veja a seguir como funcionam as bolsas ProUni!

Quais são os tipos de bolsa do ProUni?

As bolsas ProUni se dividem em dois grandes grupos, dependendo da quantidade de recursos financiados: bolsa integral e bolsa parcial.

Como o nome indica, as bolsas integrais são aquelas que oferecem total isenção da mensalidade. São bolsas destinadas a alunos de baixa renda devido às suas características.

Já a bolsa parcial concede 50% do valor de desconto da mensalidade para estudantes que tenham renda familiar mensal de até três salários mínimos.

Quais as instituições oferecem bolsas?

Por se tratar de um programa especial do Governo Federal, não são todas as universidades e instituições de ensino que oferecem bolsas ProUni. As que oferecem, entretanto, o fazem pensando principalmente na isenção fiscal oferecida pelo governo como forma de incentivo.

Além disso, as instituições podem delimitar o número de vagas estabelecidas para a concessão de bolsas e os cursos nos quais essas bolsas podem ser obtidas.  

É preciso fazer processo seletivo?

Para ser contemplado com uma dessas bolsas o único processo seletivo realmente obrigatório em todos os casos é o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Para 2016, o critério é que o candidato tivesse atingido no mínimo 450 pontos na prova de 2015. Com qualquer valor abaixo disso, o  candidato não pode se candidatar a uma das bolsas.

Apesar disso, nada impede que as instituições de ensino realizem processos seletivos próprios e internos. Nesse caso, a realização do processo não traz custo algum para o aluno, que é informado ainda no momento da inscrição sobre essa necessidade.

Como são distribuídas as bolsas?

As bolsas ProUni são distribuídas levando em consideração a pontuação no ENEM. Assim, os candidatos que tiveram nota mais alta ocupam as primeiras posições e tem mais chances de receber a bolsa. Esses candidatos são pré-selecionados e, então, devem comprovar as informações fornecidas, como os dados sobre as rendas.

Com a confirmação dos dados, os candidatos são colocados em ordem novamente de acordo com a classificação do ENEM e, a partir daí, vão recebendo as bolsas até a quantidade disponível oferecida pela instituição de ensino para o curso escolhido.

Imagine, por exemplo, que um detemrinado curso oferece 10 bolsas ProUni. Nesse caso, 30 candidatos estão pleiteando as bolsas. Dos selecionados, apenas 15 apresentaram a confirmação de renda e de outras informações. Como são 10 bolsas, 5 ficarão de fora.

A questão, entretanto, é que nesse momento nem sempre os chamados serão os que tinham as maiores notas na pré-seleção. Se os com maiores notas não puderam comprovar as informações, vão sendo chamados aqueles com notas maiores logo abaixo deles.

As bolsas ProUni ajudam o acesso à educação superior privada, oferecendo bolsas que variam de 50 a 100%. Para obtê-las, entretanto, é preciso observar corretamente como é feita a chamada para garantir a vaga no curso desejado.

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A palavra que define categoricamente um publicitário é a CRIATIVIDADE. Pois, será a partir dela, que iremos seguir em todas as áreas que envolvem o curso.

Ela utiliza técnicas de comunicação para divulgar um mix de possibilidades, como por exemplo, serviços, produtos, marcas e ideias. Muito mais do que apenas utilizar técnicas, ela pode construir uma imagem da marca, de empresas e do publico junto a um produto.

Será o publicitário o responsável por realizar um estudo do cliente, mais conhecido como briefing e depois criar campanhas e peças publicitárias que valorizem o conceito e valor real da marca.  Promovendo consequentemente, a venda. Ou seja, cliente/consumidor.

È uma construção e crescimento da marca como profissional. Frente às estratégias de se posicionar no mercado. E tem três verbos que são principais e que vocês, universitários, devem levar com você.

  • Informar
  • Motivar
  • Persuadir

Além disso, contamos com um campo de trabalho bastante amplo, que vai muito além das agencias publicitarias e que iremos falar mais a frente.

Quem é o Publicitário?

O publicitário é aquele profissional que pesquisa o perfil do público-alvo, levantando dados socioeconômicos e sócios demográficos como idade, condição salarial, escolaridade, costumes e hábitos de consumo.  Que vende os benefícios da empresa.   Cria uma identidade corporativa, através da sua missão, visão e valores.   Procura entender e ir à busca dos famosos Stakehoders, conhecido popularmente como, público de interesse. Entende as necessidades de mercado do cliente real. Interessa-se e pesquisa sobre o mercado.  É a criação, através de artes, criação de logotipos e de redações publicitarias. Escolhe a abordagem e os meios de comunicação mais adequados à campanha: web, comerciais de rádio e TV, anúncios, pop-ups em sites da internet ou anúncios impresso. Produção.  O marketing em suas variadas diretrizes.  Avaliação do impacto da propaganda sobre o consumidor. Entre outros tantos meios e caminhos a seguir.  O publicitário é a inovação na área da comunicação.

O curso

Muitas pessoas questionam como funciona o curso durante sua graduação e muitos acreditam que ele se baseia em diversão.  Calma lá meu amigo, pra quem quer ser um futuro publicitário e acredita na profissão será sim uma diversão, assim como qualquer outro curso quando fazemos com amor e paixão. Mas assim como todos os outros, exige desempenho, estudo e comprometimento com as diversas áreas que são estudadas.

No curso aprendemos desde a base teórica, em sua totalidade, como o comportamento humano, as relações sociais, a economia do País, Direito do Consumidor, levantamento de dados como também partes voltadas a comunicação interna, o marketing de uma forma geral, a fotografia e a criação.

Ou seja, é preciso entender o cliente desde seu nascimento, amadurecimento e instabilidade no mercado e isso requer, muito estudo.

O Bacharelado em Publicidade e Propaganda dura em média quatro anos. A grade curricular varia bastante entre as faculdades e depende da ênfase do curso, que também pode ser chamado de Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda.

A seguir, temos algumas das diversas matérias que são estudadas durante o curso, mesclando aulas teóricas e práticas:

  • Teoria da comunicação
  • Língua Portuguesa
  • Antropologia
  • Sociologia
  • Comunicação e Cultura
  • Ética
  • Comunicação Institucional
  • Comunicação Política
  • Semiótica
  • Filosofia
  • Sociologia
  • Psicologia
  • Edição de áudio/vídeo
  • Cinema
  • Planejamento de Campanha
  • Planejamento de Midia
  • Marketing Estrategico
  • Marketing de relacionamento
  • Gestão de Marca
  • Gestão Estrategica de Marketing
  • Pesquisa de mercado
  • Economia
  • Direito do Consumidor
  • Gestão de Contas
  • Direção de Arte
  • Fotografia
  • Criação publicitaria
  • Redação Publicitaria
  • Direção de Arte
  • Entre outros.

Áreas de Atuação de um Publicitário

Agora que sabemos mais sobre o curso e sobre suas infinitas possibilidades de diversão, cultura e conhecimento vamos às diversas áreas de atuação e que muitas pessoas ainda questionam:

E aí, qual área seguir?

  • Começamos por Agências Publicitarias que conta com as áreas de Atendimento, Planejamento, Criação, Mídia, Produção, gerencia de produto, inovação de mercado, pesquisa, Marketing e promoção de vendas.
  • Comunicação interna de empresas.
  • Produtor de Videos
  • Produto de Audio
  • Fotografia
  • Departamento de Vendas
  • Marketing
  • Consultor  em Estratégias de Marca
  • Tv
  • Radio
  • Revista/ Jornal
  • Organizações Não Governamentais
  • Setor Público
  • Áreas da Educação.
  • Comunicação Digital
  • Assessoria
  • Palestras
  • Entre outros.

Vimos ai que não tem limites e que podemos buscar muitos meios de atuação no mercado de trabalho. Pra quem gosta, fica até difícil escolher não é mesmo?

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Se você quer saber mais sobre a profissão de publicitário, que tal assistir a premiada série Mad Men? Veja o trailer da primeira temporada a seguir:

Mercado de Trabalho

Como o mercado de trabalho é muito amplo, temos salários que variam muito, uns baixos e alguns bastante atraentes. Principalmente nas grandes cidades, há excelentes oportunidades em Agências de Publicidade, promoção de feiras e convenções e na área de marketing de médias e grandes empresas.

Depende muito também do talento e da flexibilidade do profissional. Há jovens que ocupam cargos importantes e outros que chegam ao auge só mais tarde. Quando há uma experiência em relação ao mercado em atuação.

O mercado online, nas áreas de mídias sociais, marketing digital e comércio eletrônico, também oferece um excelente campo de atuação e está em alta. E só tende a aumentar.

Dizem que a área de inovação também vem com tudo.

Nas grandes capitais se torna mais concorrido por sua grande tabela de clientes, como São Paulo, por exemplo, berço da publicidade, com os melhores salários, mas existem ótimas perspectivas de trabalho em agências menores, especializadas em ações alternativas de marketing, como a produção de eventos ou a promoção da identidade corporativa.

A verdade é que não importa aonde atue e sim sua competência como profissional, isso que ira ditar seu valor no mercado.

É fundamental que os profissionais envolvam ao máximo na comunicação, inovação e estar atento às tendências da sociedade em termos de comportamento e uso diferenciado das novas tecnologias. Isso é primordial.

O profissional deve ter bom relacionamento interpessoal, saber trabalhar em equipe e ser comprometido. Porque todo trabalho que é feito em sintonia dá resultado no final. E principalmente na área de comunicação, onde demanda troca o tempo todo.

Bom, meus amigos universitários, a dica é simples, vocês ouvirão muito que O boca a boca é a melhor mídia de todas; Boa publicidade não é só circular informação, “E esse preço, dá pra melhorar?”, “Pensamos melhor e queremos mudar toda a estrutura.”, “É pra ontem, viu?”, “Pode copiar tudo do concorrente.”,  ‘’ O Brifieng já está pronto?’’,  ‘’Tá tudo certo pra amanhã?’’,  ‘’ Temos só mais uma semana!’’,  ‘’Que criação foi essa?’’ e mais diversas outras pelo longo caminho nessa louca profissão. O negocio é escutar os bons conselhos dá o melhor de si e colocar em prática tudo aquilo que aprendeu durante todos esses anos.  Cada frase que escutar será pra te fortalecer e pra te fazer querer mais.

É é isso, precisamos de vocês, precisamos que criem sonhos em nós, porque são boas ideias que movem o mundo.

Se ainda ficou alguma dúvida sobre o curso e sobre a profissão, deixe o seu comentário!

E comece seu brifieng logo, parceiro!

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Acho que todo mundo, um dia, já sonhou em ser médico/doutor, não é? E tem aqueles que ainda vivem esse sonho; então é hora de descobrir tudo sobre o curso e sobre o futuro que vem pela frente. Então, vamos lá!

A medicina tem sua síntese baseada em estudos, se trata de uma profissão onde informação e conteúdo nunca são demais.  É uma área baseada na dedicação total á saúde humana. Esse é o seu objeto de estudo. Será o medico aquele que pesquisa, investiga, previne e procura a cura das diversas doenças, disfunções e afins.  É ele que encontra e promove o bem-estar, físico, social, mental e psicológico do ser humano.  Será através dele, a participação em exames, realização de cirurgias, prescrição de medicamentos, diagnóstico, avaliação e restauração médica.

Além de programas sociais, de prevenção, pesquisas, ciência e planejamento da saúde coletiva. São eles, que trabalham num sentido amplo, com a disposição de sempre buscar mais.

Como é o curso de medicina

O curso de medicina é muito concorrido? Sim. Mas isso não impede em nada, o que conta mesmo, é o quanto um universitário está preparado pra isso.

Ele vem com um conceito principal, que é a formação de um profissional capacitado em tratar de um individuo desde sua infância até a sua velhice. Sempre com foco, em seu bem-estar.

Nele, se da ênfase a vários fundamentos teóricos e faz com que, cada estudante, entenda as diversas descobertas sobre o corpo humano.

O período é integral, é preciso explorar durante boa parte do seu tempo á novas descobertas e conhecimentos científicos, além dos seminários, palestras, aula prática e plantões em hospitais.  O interessante é que as disciplinas práticas já sejam realizadas no inicio do curso.

Mas tem que ir com calma, no inicio se tem aulas conceituais e em laboratórios, só depois do terceiro ano, que tomamos o poder das disciplinas profissionalizantes e do próprio treinamento em atendimento.

Dentre as matérias do curso, estão:

  • Bioquímica
  • Farmacologia
  • Biofísica
  • Imunologia
  • Fisiologia
  • Microbiologia
  • Histologia
  • Genética
  • Anatomia
  • Embriologia
  • Genética
  • Biologia
  • Patologia; dentre outras.

Puxa, são varias não é mesmo? Mas não acabou por aí.

Depois dos seis anos concluídos de curso, têm os dois anos de residência médica, onde optamos por uma especialização. O mais interessante disso tudo, é que são variadas as opções e com isso, podemos nos enxergar melhor em qual caminho seguir. E pra finalizar, trata-se de um curso da área de Ciências Biológicas.

Mesmo assim, o curso de Medicina ainda é um dos mais procurados nas universidades do mundo, principalmente no Brasil. E se dá, pelo fato de ser uma das profissões mais respeitadas e com o salário entre os melhores do mercado.

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Qual área seguir?

O interessante é que após a formação, o profissional possui diversas opções no mercado do trabalho. E não só em áreas medicas, mas em vários projetos, pesquisas e ações sociais.

Entre as especialidades medicas, encontramos mais de 53 reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e entre as mais comuns, onde há o maior numero de profissionais, são:

  • Cirurgia Geral
  • Ginecologia e Obstetrícia
  • Pediatria,
  • Cardiologia
  • Cirurgia Plástica
  • Medicina Intensiva
  • Oncologia,
  • Dermatologia
  • Otorrinolaringologia
  • Clínica Médica
  • Anestesiologia
  • Medicina do Trabalho,
  • Ortopedia e Traumatologia
  • Oftalmologia
  • Radiologia e Diagnóstico por Imagem
  • Psiquiatria

Dentre outras, como;

  • Pesquisas científicas
  • Projetos sociais
  • Seminários
  • Pesquisas
  • E até mesmo o âmbito acadêmico.

Falando ainda no mercado de trabalho, dependendo da sua especialização, além de contar com as especialidades e projetos, os profissionais podem montar seu próprio consultório, dar plantão em clinicas e hospitais, trabalhar em órgãos públicos e empresas de grande porte.

Agora que temos o conhecimento sobre tudo relacionado ao curso e ao mercado de trabalho. É hora de voltarmos ao inicio.

Onde estudar medicina?

São varias as opções de locais onde encontramos o curso de medicina, seja em universidades federais ou privadas.

Todas espalhadas entre os estados brasileiros, e até mesmo, algumas fora do país. Onde muitos brasileiros optam por cursar, como por exemplo, a Bolívia.

O curso surgiu mesmo no nosso país, no ano de 1808, na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ganhou tamanha força que hoje é possível encontrar, como dito acima, em centenas de estados brasileiros.

Então, conheça alguma das principais faculdades reconhecidas pelo MEC que oferecem o curso de Medicina:

Universidades Públicas:

  • Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
  • Universidade de São Paulo (USP-SP)
  • Universidade Federal do Paraná – Curitiba (UFPR)
  • Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/RJ (UNIRIO)
  • Universidade Federal de Viçosa (UFV)
  • Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
  • Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (UNESP)
  • Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • Universidade Federal de Goiás (UFG)
  • Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
  • Universidade Federal de Sergipe (UFS)
  • Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre – RS (UFCSPA)
  • Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM); dentre outras.

Universidades Privadas:

  • FCMMG (Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais)
  • Centro universitário de Minas Gerais – (UNIBH)
  • Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP) SP
  • Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
  • Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUCBH)
  • Furb (Universidade Regional de Blumenau) – SC
  • PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná)
  • FMABC (Faculdade de Medicina do ABC) – SP
  • UCPel (Universidade Católica de Pelotas) – RS
  • FCMSCSP (Faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia)
  • FMABC (Faculdade de Medicina do ABC) – SP
  • FMABC (Faculdade de Medicina do ABC) – SP
  • Univille (Universidade de Joinville) – SC
  • Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)
  • Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina)
  • Universidade de Franca (UNIFRAN); dentre outras.

O negócio, universitários, é estudar pra valer, pesquisar bastante, escolher uma universidade que tenha a ver com você e seguir em frente. O mercado está aí, de braças abertos pra receber vocês. E todos nós sabemos da importância de um profissional como você.

Por fim, fé no jaleco e bora pra luta!

Se ainda ficou alguma dúvida sobre o curso e sobre a profissão, deixe o seu comentário!

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Para aqueles que desejam ingressar numa universidade pública ou privada e que querem conquistar uma carreira de sucesso, o ENEM pode ser uma ótima maneira de aumentar suas chances. Mas, para tanto, você precisa se preparar de forma adequada para conseguir boas notas na prova.

Veja, neste artigo, como se dar bem na redação do ENEM e melhorar suas perspectivas de entrar para uma universidade.

Como se dar bem na redação do ENEM?

O ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) foi criado em 1998 com o objetivo de melhorar a qualidade do ensino médio no Brasil. Atualmente, a nota desta prova pode ser usada para auxiliar na seleção dos novos alunos para os cursos superiores de diversas faculdades e universidades públicas e privadas.

Uma das partes mais importantes da prova do ENEM é a redação que pode ajudar bastante na composição da nota final. Veja, a seguir, algumas dicas para se dar bem na redação do ENEM:

Leia toda a prova antes de iniciar a redação:

A primeira coisa que deve ser feita pelo candidato é a leitura cuidadosa de todos os itens da prova de redação, ajudando no entendimento do tema, verificando-se as possibilidades de argumentos e teses que serão construídos a partir do assunto definido e também ajudando na busca por outras informações que possam vir a contribuir com a dissertação.

Monte um rascunho inicial:

Para ajudar na montagem final da redação, faça primeiro um rascunho sobre o tema. A construção do rascunho deve ser feita já com a linha de pensamento que o candidato irá utilizar para defender seu ponto de vista. Defina os argumentos e o tipo de abordagem que será feita para apresentar sua tese, separando as ideias principais dentro do rascunho. Este não é o momento de se preocupar com gramática ou com edição, apenas escreva suas ideias.

A estrutura básica de uma dissertação deve seguir o seguinte:

  1. Introdução – faça uma apresentação do tema de forma sucinta e breve, deixando claro qual será a tese defendida ao longo do texto.
  2. Desenvolvimento – nesta etapa você irá juntar os argumentos e ideias que dão base para a sua tese apresentada anteriormente, sempre mantendo uma linha de raciocínio dentro do tema da redação. Procure escrever o suficiente para apresentar seu ponto de vista, sem exagerar.
  3. Conclusão – esta parte da redação deve juntar o que foi inicialmente apresentado na introdução com os principais argumentos, acrescentando-se alguma informação que seja relevante, se for o caso. O final da redação deve deixar claro qual é a solução proposta para o problema.

Faça a revisão e a edição do texto:

Agora, você deverá ficar atento a toda a estrutura da redação, focando na correção gramatical, na organização do texto para que tenha objetividade e coerência com o tema. Sempre procure retirar palavras que você tenha alguma dúvida na grafia e frases que pareçam soltas e sem sentido. Deixe o texto o mais claro possível. Por fim, passe o texto a limpo, sempre respeitando as regras quanto ao tamanho e ao local onde deverá ser escrita a redação.

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Olá pessoal! Que tal falarmos de um curso que muitos chamam de profissão dos loucos, mas que na verdade, a sua loucura está relacionado ao seu alto poder de inteligência? É isso mesmo, nesse momento estamos falando dos famosos físicos.

Aqui vai uma introdução à física e todas as suas duvidas relacionadas ao curso e à profissão.

Introdução à física

Sabemos que hoje o mundo é formado de matéria e energia. E mais, que todos os fenômenos que ocorrem, são feitos do universo como um todo. É essa a lei da natureza.

Umas das mais loucas descobertas nesse mundo físico é a ideia de que toda matéria é energia e que toda energia é matéria. De que todas as forças naturais são feito através de reações. De que gravidade é uma força absurda de atração, que interação, de todas as formas é física pura e de que nesse mundo, tem muita coisa ainda por vir e para descobrir. Ou seja, a física é uma forma de entender o universo.

Como é o curso de física?

Quando vamos para a universidade e nos deparamos com o curso Física, logo em seguida vêm alguns questionamentos. Como por exemplo, quais são as matérias? O que um físico faz? Qual sua importância em meio à sociedade?  Em quais áreas posso atuar?

Essas e mais questões serão discutidas aqui com você.

Não é preciso ser um gênio para entender Física. Mas, nesse caso, é necessário que haja interesse, esforço e muita dedicação pela profissão. Falo não pelo sentido de ser difícil, ate porque, toda profissão é, quando não nos dedicamos. Estudar muito vale pra qualquer profissão.

A questão é que, a física é vista pela sociedade como uma disciplina difícil de ser compreendida e isso acaba por acarretar certo receio das pessoas em optar por este curso.

Mas não adianta achar, sem tentar não é mesmo?

Esse preconceito só existe porque fomos criados com modelos básicos de ensino e que muitas vezes fogem de áreas especificas, como exemplo, língua Portuguesa, matemática, história, entre outros. Assim, outras áreas começaram a ganhar força atualmente, entre séc. XX e Xl.

O curso  tem duração de 4 anos. Logo no inicio, os universitários se deparam com muita matemática, física e teórica básica. Logo depois, começa as matérias relacionadas ao eletromagnetismo, astrofísica, pesquisa avançada e alguns experimentos práticos. Em um terceiro momento, entendemos a teoria como um todo e os diferentes nichos da pratica. Ao final, contamos, é claro com a realização de um estágio obrigatório.

Ainda conta com um profissional que tenha curiosidade em descobrir fenômenos, interesse em estudar formulas, em buscar teorias novas e em entender as propriedades da matéria. A partir disso, o seu trabalho é literalmente trabalhar e compreender uma lei.

Qual área seguir?

Muita gente associa física, ao fato de lecionar, ser professor, mas vamos com calma. Temos muitas áreas que podemos seguir e ganhar mercado, entre elas:

  • Pesquisa
  • Biofísica ou física biológica
  • Ensino
  • Física nuclear
  • Acústica e vibração
  • Física ambiental
  • Instrumentação
  • Física médica ou biomédica
  • Materiais
  • Oceanografia física
  • Magnetismo
  • Óptica
  • Física Quântica
  • Hidrostática
  • Ondulatória

Entre outros.

Além é claro, de concursos públicos, cursinho preparatório, universidades, ambulatórios dentre outros.

Relacionado ao mercado de trabalho na área de educação, existe uma grande carência em relação aos profissionais da Física. Então, vai uma dica, quem estiver interessado em lecionar, os recém-graduados não encontrarão dificuldades em encontrar emprego. O mercado está de braços abertos.

Já se tratando da área industrial, o nosso país conta com poucos locais de desenvolvimento, o que pode acarretar em uma área mais escassa.

Mas, contando no mercado atual, ainda conseguimos mais condições de trabalho.  Principalmente nas empresas de transportes, petróleo, médicas, computacionais, e pesquisas.

Para quem gosta da física, não tem mistério, sempre terá algo haver com você e sempre haverá novas descobertas através do universo. Basta acreditar na profissão!

Onde estudar Física?

Fique ligado na lista das melhores universidades privadas e publicas de física do País.

Universidades Públicas:

  • Universidade Federal do Ceará (UFC)
  • Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
  • Universidade de Brasília (UnB)
  • Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
  • Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
  • Universidade de São Paulo (USP)
  • Universidade Federal de Itajubá (MG)
  • Universidade Federal de Pernambuco
  • Fundação Universidade Federal de Viçosa (MG)

Universidades Privadas:

  • Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
  • Universidade Estácio de Sá (UNESA)
  • Centro Universitário Anhanguera (Anhanguera)
  • Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL)
  • Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)
  • Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
  • Universidade Paulista (UNIP); E mais.

Mas, quanto ganha um Físico?

Tudo depende de qual área o profissional pretende seguir. Em inicio de carreira, um físico ganha em torno de 1.300 a 1500 reais. Com algum tempo de carreira, o salario pode chegar a 4.000 reais mensais. Com isso, o salário médio nacional é de 2.100 reais.

Após um doutorado, com ensino superior e trabalhando em universidades federais,  o valor varia entre 5.800 mil a 6.000 reais.

Em empresas com áreas especificas, o valor varia entre 3 mil a 9 mil reais. Agora se tratando de um profissional com doutorado, trabalhando em um centro de pesquisa com referência, pode chegar a ganhar mais de 15.000 reais mensais.Assim como um físico no auge da carreira, pode vir a ganhar cerca de 18 mil reais como professor titular em universidades publicas.

As exigências são grandes, as áreas são diversas e os salários variam muito, como em toda profissão. As outras não são diferentes disso. Mas, a física, acima de tudo, depende de uma  vontade própria em descobrir e ganhar o mundo.

Como dizia o Senhor da Física, Albert Einsten: “Se os fatos não se encaixam na teoria, modifique os fatos. O importante é não parar de questionar”.

Por fim, se ainda ficou alguma dúvida sobre o curso e sobre a profissão, deixe o seu comentário!

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Jornalismo tem muito pra ensinar, é ele que te conta em tempo real tudo que acontece mundo á fora. É o jornalista que trabalha na pesquisa e na procura de acontecimentos verídicos atuais. Será ele que redigirá, transmitirá notícias e participará de todos os outros processos de divulgação, como, por exemplo: a análise dos dados, a investigação, as principais informações de interesse do publico, apuração, adaptação, resumo, organização e a redação das reportagens. Ou seja, seu trabalho se distingue em muitas etapas, desde o acontecimento de algo até a entrega final.

É preciso que haja mais do que habilidades, mas o senso crítico em disseminar as informações nos diversos meios de veículos de comunicação.

Como é o curso de jornalismo?

O bacharel em jornalismo tem duração de quatro anos. Durante esse período de oito semestres os estudantes passam por diversas disciplinas nas áreas de humanas e contam com uma grade rica em conhecimento teórico e aulas práticas. Seja por meio de oficinas ou laboratórios.

Dentre as disciplinas estão: Sociologia, Filosofia, Psicologia, Língua Portuguesa, Redação Teoria da Comunicação, Ética, Teoria e Ciência da Linguagem, Edição de Áudio/vídeo, entre outras. Também estuda as áreas específicas do jornalismo, como pauta jornalística, radio jornalismo,  documentário,  jornalismo cultural, jornalismo em TV, livro-reportagem entre outras.

O objetivo é transformar os universitários em profissionais da notícia. Ajudando–os a encontrarem seu autocontrole, capacidade de expressão, senso comum, técnicas de redação, língua portuguesa, modelos de escrita, edição de textos e afins.

Qual o peso de uma pós-graduação?

No momento em que um universitário recebe o diploma de bacharel, vem, junto com ele, varias sensações e pensamentos sobre o que ainda estão por vir. Não é diferente de qualquer outra opção de curso, mas a diferença está em saber que somos nós que iremos fazer a escolha.

Tratando de uma pós – graduação como escolha,no modelo atual de mercado, isso acaba por enriquecer a formação jornalística, além de encaminhar para diretrizes mais especificas de trabalho. E também para que os novos profissionais possam aprofundar em novos temas e novas abordagens de conteúdo. Conhecimento e formação, nunca são demais.

A verdade é que um jornalista nunca para, ele sempre tem que estar pré-disposto em acompanhar, estudar e ler todas as noticia que o cerca. Não somente em sua localidade ou ambiente, mas no mundo.

Informações,  notícias, casos, opiniões, argumentações, tudo em tempo real. O mundo não para.

Mercado de trabalho

Um dos primeiros fatos e um dos mais importantes que rodeiam sobre esse mercado é que ninguém faz nada sozinho, precisamos do outro, vivemos uns para os outros, o trabalho é o grupo focal, são as opiniões, as ideias e ate mesmo as divergências que geram conteúdos.

O trabalho é sempre coletivo.

Quem é da área de comunicação, sabe do quanto é essencial saber lidar com as pessoas, respeitar suas opiniões, seus ideais e modo de agir. Porque todo mundo tem algo pra aprender e algo pra ensinar. Não é mesmo?

Se tratando de áreas nesse mercado, ele é amplo e abrange vários campos.

Dentre elas temos:

  • Reportagem
  • Comunicação Impressa
  • Comunicação empresarial
  • Comunicação digital
  • Comunicação multimídia
  • Fotojornalismo
  • Documentário
  • Redação
  • Edição
  • Rádio
  • Fotojornalismo
  • Assessor de Imprensa
  • Repórter esportivo
  • Revista
  • Chefe de Reportagem
  • Repórter Investigativo, entre outras.

Mas não somente nessas áreas, com o avanço das novas tecnologias, podemos mergulhar em diversos outros tipos de mercado.

E pra quem quer e curte as redes sociais, é uma forma de ganhar o mundo atual.

É o caso de grandes portais na internet, conteúdo online, blogs, revistas online, TV por assinatura, redes sociais, youtubers, entre outros.

jornalismo símbolo
A pena é o símbolo do jornalismo.

Jornalista que é jornalista entra de cabeça na profissão e passa a se dedicar todos os dias, inteiramente, a profissão.

Mas fique tranquilo, isso não quer dizer que você tenha que deixar de ter uma vida social. Não mesmo.

Quer dizer que ele sempre deve estar atento aos fatos, sobre o que acontece ao seu redor, sobre as novidades e sobre a sociedade. É a responsabilidade de  obter informação verídica, com liberdade, autoridade e com a qualidade de defender seus direitos.

Antenas ligadas, meus jovens.

Qual é o salário médio do jornalista?

O salário de um jornalista irá depender muito de cada região do País, sendo em cada estado, estipulado um valor.

Mas falando em sua totalidade, acredita-se que o ganho inicial mensal de um profissional equivale de 900 a 2,5 mil reais.

Em um segundo momento, quando o nome desses profissionais começam a se tornar conhecidos no mercado, o valor pode chegar a media de 4 a 7 mil reais.

E quando se chega ao auge, dependendo da sua trajetória profissional, este valor pode ultrapassar a faixa de 15 a 25 mil reais.  

Como dito acima, esses valores dependem de uma série de fatores importantes, desde a evolução deste profissional, como em qual posto ele ocupa, em quais empresas e áreas irá trabalhar e sobre o seu reconhecimento no mercado.

Se tratando do setor público que conta com Universidades, Órgãos de Pesquisas, Prefeituras entre outros; o salário, em media, é de 3.300 reais por mês.

Desta forma, é necessário entrar de cabeça no mercado e verificar o que vale mais a pena pra você.

Jornalista, uma figura pública?

A questão é que um jornalista sempre será publico, até porque quando não aparece nas câmeras, ele está por traz delas, assinando os conteúdos que são publicados em seu nome.

Por isso, nessas horas, é necessário ter ética e escrever apenas aquilo que tem como conhecimento e que tenha substancia verídico. Porque, ambas as relações profissional e pessoal se misturam e sua credibilidade que está em jogo.

Noticia sempre será noticia, jornalismo sempre será jornalismo, conteúdo gera conteúdo e assim o mundo segue adiante.

Ou seja, precisamos demais de vocês, futuros jornalistas.

Então, acredite na profissão e vamos compartilhar informação por ai.

Se ainda ficou alguma dúvida sobre o curso e sobre a profissão, deixe o seu comentário!       

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A fisioterapia é uma ciência médica relacionada ao diagnóstico, prevenção e tratamentos funcionais de órgãos e sistemas do corpo. Na maioria das vezes, empregando técnicas de massagem, ginastica, hidro e outras funções corporais. Além de tratar doenças e lesões.

Se você está prestando vestibular e o curso de fisioterapia está entre as suas opções, que tal conhecer um pouco mais sobre ele? Continue lendo e tire todas as suas dúvidas!

Como é o curso de fisioterapia?

O curso de fisioterapia foi regulamentado oficialmente no Brasil pelo Decreto-Lei nº 938 em 1969 e pela Lei Federal nº 6.316 em 1975. Sendo, hoje, feito através de um bacharelado na área no período de 5 anos e após a conclusão, uma obtenção de um registro no Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito).

Entende-se que o corpo humano tem suas funcionalidades e que todos as partes estão interligados, então é necessário que haja um desenvolvimento e conhecimento dos profissionais em manter a capacidade física e funcional do paciente.

Isso vale no momento do bacharel, onde os profissionais precisam se doar e ter como foco, o conhecimento global do corpo humano. Estudando conteúdos como, anatomia, citologia, fisiologia, embriologia, histologia, biofísica, biomecânica, bioquímica, , farmacologia, neurociências, genética, imunologia, além da antropologia, ética, filosofia, sociologia, e outras ciências de formação geral. 

Após a formação, a especialização em fisioterapia é administrada não somente em consultório ou clinicas, mas em domicilio, através de programas sociais ou não; clubes esportivos, empresas privadas, unidades básicas de saúde, escolas e asilos, onde a demanda é grande em relação aos outros locais.

fisioterapia
Símbolo do curso de fisioterapia

Mercado de trabalho

Um profissional formado em fisioterapia tem que estar preparado como qualquer outro, de outras profissões, que entrem no mercado. A diferença é que as áreas de atuação são variadas e amplas e isso requer uma analise do profissional, em relação a qual caminho seguir.

Temos por outro lado também, a demanda de profissionais que se formam e que a cada dia cresce mais e isso traz consigo, a concorrência em peso. Principalmente em grandes capitais.  O que irá dificultar ainda mais a entrada de novas pessoas no mercado.

O que irá fazer diferença será aquele fisioterapeuta que busque fazer alguma especialização, dentre as diversas. Não somente na área medica, mas autônomo, cientifico ou acadêmico.

Mais do que estar sempre disposto ao estudo, a novos cursos e ao conhecimento.  È acima de tudo, gostar do contato direto com as pessoas. Pois, o bom profissional é aquele que conhece e sabe das necessidades de cada paciente.

Estima-se que hoje existam mais de 140 mil profissionais no mercado.

Qual a média salarial?

De acordo com uma pesquisa realizada pela Folha de São Paulo, há uma variedade do piso salarial em relação às especialidades na área e por regiões no país.

Estima-se que essa mudança varia de R$ 1300,00 á R$ 2.100,00.  E a especialização podendo aumentar os rendimentos em até 29,44%. Um fisioterapeuta inicial com pós-graduação ganha, em media, R$ 2.467,75.

Existe um projeto de lei (PL 5979/2009) em vigor, que tem como intuito priorizar os profissionais da área e aumentar o seu piso salarial, fixando-o em R$ 4.650 mensais. Mas essa lei ainda não foi aprovada.

Caso o profissional estiver no auge, reconhecido no mercado e com grande potencial, o salário pode chegar a 10 mil reais. Mas isso depende como dito acima, pela especialização e local de atuação.

Quais são as principais áreas de atuação do fisioterapeuta?

São diversas e amplas as áreas de atuação de um fisioterapeuta. Dentre elas, encontramos:

    • Terapia intensiva
    • Ortopedia
    • Neurologia
    • Fisioterapia esportiva
    • Dermatologia
    • Grupos especiais
    • Fisioterapia do trabalho
    • Cardiologia e pneumologia
    • Fisioterapia Funcional
    • Fisioterapia respiratória
    • Fisioterapia de RPG
    • Home care
    • Saúde pública
    • Fisioterapeuta Hospitalar; entre outras.

Há também, outras opções de curso, que se expandem neste mercado.

Como o fato de abrir sua própria clinica de terapia, função ou emprego de assessoria, chefia ou direção, centros de recuperação, pilates, pesquisas de extensão, concursos públicos; entre outras.

A verdade é que o mercado é amplo, ainda está em expansão como qualquer outro que buscamos por aí. E são inúmeras as possibilidades de atuação.

O mais importante é saber da sua importância, como profissional, nessa área. Fazendo com que os pacientes sejam tratados de forma segura e que cresçam em autoestima e no seu autocontrole.

Os profissionais com visão empreendedora, ótima qualificação, que sintam prazer no contato direto aos pacientes e que se atualizem constantemente, têm maiores chances de se dar bem lá fora, no mercado de trabalho. Tudo depende de você que está ai do outro lado, pensando nessa profissão, cursando vestibular, graduando ou já formado.

Por hoje é isso, pessoal! Se ainda ficou alguma dúvida sobre o curso e sobre a profissão, deixe o seu comentário!

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